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…revirando até chegar do outro lado…

June 18th, 2010

Hoje foi publicado meu artigo de estréia no InfoQ Brasil. Falei sobre um post do Scott Berkun desta semana, daqueles que te deixam humilhado e com a sensação de que você está no caminho errado!

Confiram e comentem! http://www.infoq.com/br/news/2010/06/programador-artista

June 1st, 2010

Hoje li mais um artigo bombástico do Ricardo Jordão entitulado “Eu escutei os conselhos de pessoas mais inteligentes do que eu, e ignorei a todos” falando sobre o tema trabalho. Concordo plenamente com a visão exposta por ele no artigo e em breve terei boas novidades publicadas aqui sobre o assunto.

Mas o assunto desse meu post é outro ponto de vista sobre o assunto. Há alguns minutos escutei meu pai reclamando que não tem mais gente querendo trabalhar hoje em dia. Ele é advogado e atende vários processos trabalhistas desde quando já advogava pela empresa dele. Contou o caso que está atendendo de uma construtora que contratou 15 funcionários e destes, 14 entraram com ações trabalhistas alegando um absurdo maior que o outro.

Alguns casos são até engraçados. Um desses 14 foi contratado, levou sua carteira de trabalho para a empresa registrá-lo e nem apareceu no primeiro dia de trabalho. O RH tentou contato, mas o cara não foi encontrado e também não fez nenhum contato. Alguns dias depois, chega uma ação trabalhista acusando a empresa de reter a carteira de trabalho do cidadão, que está com a pensão alimentícia atrasada (o que realmente dá cadeia no Brasil) e está impossibilitado de trabalhar devido a empresa não ter devolvido sua carteira de trabalho. O advogado do cidadão pediu R$ 6.000,00 por “danos morais”. É mole??

Concordo com o mérito das leis trabalhistas quanto ao objetivo de proteger o trabalhador contra empresas exploradoras. Mas pensando que a maioria das empresas do país, e maiores empregadores, são pequenas ou micro-empresas, não vejo muitas histórias de exploração do funcionário pela empresa nesses casos. O que tenho visto com bastante frequência é o empresário reclamando de ações trabalhistas uma mais absurda que a outra. Alías, como meus pais sempre foram empregadores, escuto isso desde criança.

O interessante é que as vezes a gente tenta se colocar no lugar das pessoas. Baixos salários, trabalho insalubre, condições precárias de segurança, nenhuma escolaridade são fatores que só agravam o problema. Mas trabalhando na área de TI, que conta sempre com bons salários (pelo menos maiores que a média nacional), alta escolaridade, boas condições de trabalho, ainda nos deparamos com pessoas querendo tirar vantagem e exigir seus “direitos”. Enfim, … não vou entrar nos méritos desse assuntos, é lamentável.

O ponto que quero focar é que hoje temos mais empregos do que profissionais capacitados para o trabalho. Milhões de pessoas buscando a estabilidade do serviço público com seus altos salários e benefícios, além de um plano de carreira que culmina na aposentadoria sem muito esforço. Não encontrei uma boa maneira de terminar esse post, infelizmente é um assunto que me deixa bastante chateado. Mas disso eu tiro uma lição para mim: Quero equilíbrio, e não estabilidade.

March 29th, 2010

Hoje de manhã saiu uma reportagem sobre o título deste post no Bom Dia Brasil da Globo. Após a reportagem o “inteligente” comentário de Mirian Leitão sobre o assunto. Minha mãe me comentou sobre isso na hora do almoço, mas não achei que fosse somente uma chamada e não uma reportagem “completa” como a que foi feita. Um pouco depois, li o artigo do Claudio Br comentando o assunto.

Me achei obrigado a comentar o assunto, então lá vai:

Primeiramente, o volume imenso de vagas abertas pra mim não representa uma realidade. Naturalmente o mercado de TI está bastante aquecido, mas há um exagero em se dizer que temos 100 mil vagas não preenchidas. Talvez o número real seja metade disso… Parece mais paupável.

Segundo, os famosos gerentes de RH e donos de empresa nunca entendem o real motivo de não encontrarem bons profissionais. Acham que balões coloridos, monitores grandes, estações de trabalho de última geração e um salário interessante é mais do que o bastante para “atrair” os melhores. Grande falha…

Os bons profissionais estão em busca de empresas que realmente fazem um bom trabalho. Eu não conheço muitos programadores que sonham trabalhar em uma fábrica de software com CMMi nível 5 e 40 funções (leia-se papéis no processo) diferentes. Os bons profissionais preferem um ambiente Ágil, multifuncional, multidisciplinar, onde uma pequena equipe de 6 pessoas consegue fazer mais e melhor que uma grande equipe de 20 pessoas “lideradas” por um gerente de projetos com um gantt chart em mãos e um cartão de ponto para bater.

E mais, grandes empresas raramente investem na comunidade, não tem um setor de Pesquisa & Desenvolvimento focado em software livre, em tecnologias inovadoras, em novos negócios ou qualquer outra área de realmente interesse bons profissionais. Novamente, não é um Wii, um escritório bonitinho, um computador bacana ou um salário bom que vai atrair os melhores profissionais. Pense que você está lidando com empreendedores, que tem um ideal sobre como fazer um bom trabalho, sobre como se divertir trabalhando, sobre como fazer o que tem que ser feito, independente de horário, local físico, idioma ou linguagem de programação.

Nada melhor que o comentário da Miriam Leitão dizendo que os “donos de empresa” reclamam da falta de concentração dos profissionais. Pra mim isso significa só uma coisa: Eles querem profissionais robóticos e disciplinados, meros fazedores de tarefas de programação da fantástica fábrica de software. E como já presenciei várias vezes, esse cara tem que resolver todos os problemas do mundo, afinal, ele é o técnico.

Já vi em grandes empresas um esquema de trabalho absurdo, onde existem mais gerentes que técnicos. Os gerentes tem a tarefa de justificar o motivo de tantos técnicos não conseguirem concluir suas tarefas. E os técnicos tem que abstrair um mundo maluco criado pelos gerentes com seus documentos de requisitos e cronogramas para comunicação. Nesse embate os projetos levam anos de desenvolvimento e não ficam prontos!! É incrível!!

Me desculpe se o tom foi um pouco pesado neste post. Mas não é possível continuarmos convivendo com essa mentalidade atrasada, que acaba por gerar um enorme descrédito da nossa área. Uma vez escutei uma piada que compara um programador com um marceneiro. A diferença é que o marceneiro há algum tempo tem cumprido seus prazos, agora, o programador…

Boa semana a todos!

March 26th, 2010

Muito se fala sobre trabalho em equipe, equipe unida, uma equipe é melhor que um grupo, e outras buzzwords do tipo. Mas todos sabemos que nada substitui o valor de um time! E todo garoto desde cedo aprende que saber jogar video game é uma obrigação para todo candidato a nerd (no bom sentido da palavra)!

A imagem ao lado mostra claramente a motivação de dois times duelando entre si em um Barcelona Vs Real Madrid com o placar de 1 x 1. Detalhe: são 13:30 da tarde e eles estão em seu ambiente de trabalho.

Eu já havia me esquecido da última vez que algo assim tinha acontecido na empresa. Resgatei alguns arquivos e nos lembramos que isso foi há 2 anos atrás, em uma época que tínhamos uma equipe muito unida e rolava Diablo, Conter Strike ou um joguinho de corrida que era muito divertido, tanto no horário de almoço, quanto algumas vezes depois do expediente!

Todos participavam da jogatina e uma vez por semana (pelo menos) rolava um happy hour no posto ao lado da empresa, geralmente com a presença de quase todos! Nessa época também tínhamos capeonatos de Kart, Boliche, Sinuca e outras atividades para atletas de computadores. Me lembro até hoje da satisfação que tive quando toda a equipe se reuniu em uma sexta-feira para almoçar junto no dia do meu aniversário! Foi demais!

Detalhe importante: Nessa época não tínhamos reclamações da equipe, a rotatividade era baixa e com certeza a produtividade era maior. Com o tempo, algumas pessoas foram saindo, não rolou mais o Kart, Boliche, joguinhos na hora do almoço. E um detalhe importante, a produtividade geral caiu drasticamente e nunca mais tivemos um ambiente bacana como esse.

Aí muitos se perguntam: Qual o segredo do sucesso de uma equipe? Na minha opinião é: A equipe tem sucesso a partir do momento que age como Time! E formar um time não é nada fácil. Primeiramente, um time não é formado de estrelas (leia-se arquitetos de software super poderosos). Não adianta contratar os melhores e mais caros profissionais achando que você terá um time (a seleção brasileira de futebol está aí para provar isso).

Um time só é formado quando as pessoas se gostam, se ajudam, se admiram, se desafiam e principalmente, quando se divertem juntas. Eu ando falando há algum tempo sobre o projeto de Imersão Ágil que estamos implantando na empresa, dos resultados positivos que temos conquistado. O interessante é que o manifesto ágil não “prega” que devemos jogar vídeo game no horário de almoço, fazer happy hour uma vez por semana, promover campeonatos de atividades “esportivas” com frequência, ministrar treinamentos uma vez por semana, estimular as pessoas a se divertirem juntas!

Na minha opinião esse é o fator que gera mais resultado do que qualquer método (ágil ou não) que se possa inventar. O poder da química entre as pessoas não é uma coisa que se aprende. Ela acontece naturalmente, e você gerente/diretor/coaching/consultor/instrutor/professor/CEO pouco pode fazer para que isso aconteça senão fazer parte!

March 22nd, 2010

Muito tem se falado sobre desenvolvimento ágil como uma forma de aproximar mais a equipe de desenvolvimento do seu cliente/usuário. O objetivo é sempre um feedback mais rápido obtido por meio de entregas mais rápidas.

Porém, muitas pessoas do mercado (leia-se: donos de empresa) não entendem muito bem o que é um feedback do cliente. Não procurei nenhuma pesquisa sobre o assunto, mas tenho certeza que sempre haverá clientes regularmente satisfeitos, ou insatisfeitos mesmo, com seu produto. Destes, uma parcela mínima se dará ao trabalho de te passar esse feedback.

Pense no seu dia-a-dia usando vários softwares em seu computador. Eu tenho certeza que a maioria das pessoas tem pequenas sugestões que poderão fazer uma diferença enorme no quesito produtividade, satisfação ou (melhor ainda) admiração pelo seu produto.

Estou escrevendo isso após analisar um episódio que aconteceu comigo recentemente que gostaria de transcrever aqui para exemplificar o que estou falando:

Há pouco mais de três meses tenho usado um software on-line que me deixou bastante satisfeito, visto que já havia tentado várias soluções similares, mas não havia encontrado algo que me atendesse. Animado com o produto, e após alguns meses de uso, percebi que poderia colaborar com algumas pequenas sugestões que facilitariam muito meu uso e até mesmo algumas delas seria eliminar algumas coisas que na minha opinião não estavam me ajudando.

Resolvi mandar um e-mail para o pessoal de suporte me oferecendo para colaborar com sugestões e até mesmo atuar como beta-tester de novas versões. Segue a mensagem:

Olá!
Venho usando o software de vocês* há 2 meses e estou gostando muito do sistema. Também sou desenvolvedor de software e gostaria de fazer uma proposta para vocês: Como estou usando o sistema, tenho percebido várias melhorias que facilitariam bastante minha vida, e me ofereço para trabalhar com vocês como beta tester e sugerindo melhorias. Naturalmente, peço em troca a isenção da mensalidade**, o que acredito não ser um grande problema para vocês!
Aguardo contato!

Dois dias depois recebi a seguinte resposta:

Olá Saulo,
Ficamos muito contentes que esteja gostando do sistema. Por enquanto não estamos precisando de beta testers pois já temos pessoas trabalhando nesta área e nossa lista de funcionalidades a serem implementadas já está definida para mais um mês de trabalho. Então sugestões neste momento não serão de grande valia pois estas funcionalidades tem prioridade por agora.
De qualquer forma agradeço a proposta.

Realmente, as pessoas (leia-se: donos de empresa) reclamam bastante quando perdem clientes, ou não cumprem suas metas, mas deixam ótimas oportunidades de relacionamento com clientes passar bem na sua frente. Tenho aprendido que as pessoas querem fazer parte do negócio, mesmo sem ganhar nada. Nós queremos indicar para todos os amigos aquele produto bacana que acabamos de descobrir.

Li hoje no blog do Paulo Vasconcellos, alguns trechos do livro REWORK da 37 signals (já pedi o meu!). Gostaria de citar um deles que fala exatamente sobre isso:

Todas empresas têm clientes. As sortudas têm fãs. Mas as mais felizardas têm uma audiência. E audiência pode ser sua arma secreta.

Ao invés de correr atrás de pessoas, você quer que as pessoas venham atrás de você. Uma audiência sempre retorna – por vontade própria – para saber o que você tem a dizer. E este é o mais receptivo grupo de clientes ou clientes potenciais que você vai ter.

Se eles gostarem do que você tem a dizer, muito provavelmente gostarão também do que você tem a vender.

Quando você constrói uma audiência, não tem que pagar pela atenção dela – ela a dá para você. E isso é uma baita vantagem.

Asterísticos…:

* Retirei o nome da empresa por motivos de confidencialidade, quero contar o milagre, mas sem citar o santo ;)
** A mensalidade custa R$ 12,00, resolvi “pedir” algo em troca como forma de valorizar meu trabalho e ter um maior comprometimento com minha proposta.

February 24th, 2007

“Se você deseja um ano de prosperidade, cultive grãos.
Se você deseja 10 anos de prosperidade, cultive árvores.
Mas se você deseja 100 anos de prosperidade, cultive gente.”

February 23rd, 2007

Hoje, enquanto lia o artigo de Luciano Costa no iMasters sobre profissionais de TI e sustentabilidade, me veio algumas antigas questões em mente sobre qual o papel que cada um de nós desempenhamos nas empresas que trabalhamos. Luciano diz:

“… um dos grandes desafios dos profissionais de Tecnologia da Informação é entender a estratégia e a natureza das organizações. Estudos realizados por instituições como o grupo IT Mídia desde 2002 indicam que a maioria dos CIOs prefere ter ao seu lado profissionais que sejam capazes de analisar o desempenho da empresa, avaliar riscos e participar do planejamento estratégico.”

Legal, então profissionais que analisam o desempenho da empresa, avaliam riscos e participam do planejamento são mais “bem cotados”. Porém, o que eu vejo é que muitas vezes a cultura da empresa vê com maus olhos esse tipo de pessoa. Já vi vários casos (e não somente em empresas de TI) de pessoas que são demitidas ou “encostadas” por questionarem atitudes, decisões ou métodos de seus “chefes”.

Este é o ponto onde eu queria chegar: Muitas empresas pecam por nomearem chefes no lugar de formarem líderes. Acredito que todos nós já tivemos (ou ainda temos) péssimos chefes. Assim como todos nós também temos líderes que admiramos.

Logo, devemos sempre refletir com muito carinho sobre qual papel estamos exercendo: o de chefe ou de líder. Agora temos aqueles que dizem: “Mas eu sou apenas um [estagiário, profissional junior, orelha seca, peão, auxiliar, etc.]… Não posso fazer nada…” Eu sempre acho que todos os chefes e líderes que encontramos já foram um dia um [estagiário, junior, orelha seca, ou qualquer coisa do tipo]. Então qual a diferença?

A diferença está na ATITUDE. Um líder é SEMPRE incomodado, preocupado, motivado, um verdadeiro team player. E quando falo de líder, não estou falando de quem dá as ordens, estou falando de quem tem ATITUDE de Líder. Liderança não depende de nível hierárquico, escolaridade, cultura ou salário.

E aí, você é um chefe ou um líder?

… eu quero ser um líder.

Transformando Suor em OuroPS: Este post também serve como indicação de um ótimo livro que terminei de ler essa semana, por indicação do Vítor Pamplona: Transformando Suor em Ouro, do Bernardinho. O livro relata todas as fases da carreira deste grande profissional e explica como se transforma suor em ouro. Este livro, ao contrário do que parece, fala muito sobre ego, vaidade, orgulho, e outras características muito comuns de nós, profissionais de TI. Explica o que é uma equipe, e como formar um time! Recomendo fortemente!

January 29th, 2007

Mais uma recomendação de livro: “Nosso iceberg está derretendo” de John Kotter e Holder Rathgeber. Este livro fala sobre mudança através de uma fábula sobre pingüins que vivem em um iceberg que está prestes a despedaçar-se em pedaços menores. O livro apresenta um método de Kotter que ele chama de “O processo da mudança bem-sucedida”. Este processo consiste em 8 passos para a mudança, vou transcrever na íntegra aqui, é bastante interessante:

Crie a estrutura

1. Demonstre a urgência. Ajude os outros a ver a necessidade de mudança e a importância de uma ação imediata.
2. Reúna a equipe orientadora. Certifique-se de que um grupo seguro orientará a mudança – um grupo com habilidades de análise e liderança, credibilidade, capacidade de comunicação e consistência da urgência.

Decida o que fazer

3. Desenvolva a visão da mudança e a estratégia. Esclareça como o futuro será diferente do passado e como é possível torná-lo realidade.

Faça acontecer

4. Comunique-se para ser entendido e apoiado. Faça com que o maior número possível de pessoas entenda e aceite a estratégia.
5. Divida as responsabilidades.
Remova o máximo possível de obstáculos, facilitando a ajuda de todos que querem tornar realidade a mudança.
6. Demonstre vitórias em curto prazo.
Divulgue os sucessos sempre que eles aconteçam, sejam grandes ou pequenos.
7. Não relaxe. Pressione cada vez mais após os primeiros sucessos. Inicie a mudança após mudança até que o objetivo se torne realidade

Solidifique a mudança

8. Crie uma nova cultura. Reforce os novos comportamentos e certifique-se de que serão bem-sucedidos até se tornarem suficientemente fortes para substituir as antigas tradições.

Lendo este livro percebi que a proposta de Kotter é bem parecida com abordagens para Melhoria de Processo que tenho estudado, por exemplo:

  • PDCA [1]: Plan (Planejar), Do (Implementar), Check (Verificar), Act (Agir corretivamente);
  • IDEAL [2]: Início, Diagnóstico, Estabelecimento, Ação, Aprendizado;

Logo, abordagens para Melhoria de Processos exigem muitas mudanças, desde culturais, organizacionais e até mesmo de infra-estrutura sendo que o método de Kotter também pode trazer bons ensinamentos nesta área.

Recomendo a leitura do livro, tem fontes bem grandes e várias figuras. Eu li o livro todo em menos de uma hora. É bom para quem não gosta de ler.

Referências:

  • KOTTER, John; RATHGEBER, Holger. Nosso iceberg está derretendo. 1ª Edição, Best Seller: 2005, ISBN 857684172X
  • [1] DEMING, W. Edward. Out of the Crisis. Cambridge, MIT
    Center for Advanced Engineering Study: 1986, ISBN 0911379010.
  • [2] McFEELEY, Bob. IDEAL – A User’s Guide for Software process
    Improvement. Handbook CMU/SEI-96-HB-001: 1996, Disponível em http://www.sei.cmu.edu/publications/documents/96.reports/96.hb.001.html.
  • Resenhas no Submarino.com.br
  • Comentário sobre o livro no blog Anklan.Net