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…revirando até chegar do outro lado…

July 16th, 2010

Dos dias 21 a 25 de junho estive em Porto Alegre para participar da Conferência Brasileira sobre Métodos Ágeis, o popular AgileBrazil 2010. Fui acompanhado dos meus sócios da JeraJefferson Moreira e Adriano Bacha e ficamos no Hostel Casa Azul próximo ao parque da farroupilha no coração de POA.

Galera no Hostel Casa Azul

Galera no Hostel Casa Azul

Curso: Coaching Agility

O Jefferson e Adriano fizeram o curso de XP na terça-feira. Eu fiz na quarta-feira o curso de Coaching Agility com o David “The Dude” Hussman da DevJam. A turma era de altíssimo nível e a maioria dos presentes trabalharam de alguma forma com coaching o que rendeu excelentes discussões durante as dinâmicas. Ele começou falando sobre a essência da atividade de coaching, desafios, apresentou técnicas para diagnóstico da situação atual da empresa e explicou como argumentar sobre a adoção de técnicas ágeis como refactoring ou pair programming. Pra mim foi bastante proveitoso e por um preço de banana (o curso custou R$ 250,00).

Primeiro Dia

Comecei participando do Keynote do Martin Fowler. Ele falou sobre o artigo “The New Methodology“, também sobre Integração Contínua e por final falou sobre Débito Técnico. Nenhuma novidade daquilo que ele já vem escrevendo no Bliki e nos artigos. Como era de se esperar, Fowler é extremamente didático e metódico, e diria até um tanto que estranho como ser humano. Quem estava lá e deu uma reparada sabe do que estou falando. De qualquer forma, como ele não curte que as pessoas tirem fotos com ele, incluimos ele em uma foto nossa! :P

Saulo, Adriano e Jeffmor (fowler ao fundo)

Saulo, Adriano e Jeffmor (fowler ao fundo com sono)

Depois do keynote participei do workshop com Philippe Kruchten sobre Planejamento de Release. Ele criou um Jogo que simula a situação de uma equipe de astronautas fica preso na lua e precisa tomar algumas decisões sobre o que fazer: Consertar a nave ou se organizar para sobreviver até o resgate chegar. No jogo, ele explora de maneira bem inteligente as métricas relacionadas à velocidade, além da questão de débito técnico. Semana passada fiz uma adaptação da dinâmica e apliquei em uma consultoria que estou dando e também na Agence. Vou escrever nos próximos dias sobre isso mostrando os resultados! Enfim, esse workshop foi pra mim o ponto mais alto do evento.

Após isso, assisti a palestra do José Papo com o tema “It’s the Economy! Agilidade, indicadores financeiros e criação de valor“. Apesar do tema ser muito interessante, o tempo de 40 minutos não foi suficiente para apresentar de forma abrangente o tema, ficando limitado no básico. Sinceramente, lendo o artigo aprendi muito mais que a palestra… Faz parte. Depois acabei ficando nos bastidores trocando idéia com o pessoal da BlueSoft, David Hussman e Phillippe Kruchten que estavam por lá!

Mais tarde, durante a palestra dos patrocinadores participei do open space com o Klaus Wuestefeld que mostrou a solução de computação soberana na qual ele está trabalhando, o Sneer. Eu particularmente havia ouvindo somente alguns “palpites” sobre computação soberana mas depois de conversar com o Klaus e ver o Sneer funcionando tive uma noção muito mais clara sobre como isso funciona. Na minha opinião a idéia é muito boa, mas infelizmente os grandes “players” não devem gostar muito da proposta de independência do usuário na rede.

Já bastante cansado no fim da tarde assisti parte da palestra do Greg Warren e Carlos Lopes, ambos da ThoughtWorks que estavam falando sobre XP no mundo real. Bastante interessante, mas infelizmente não consegui ficar até o fim…

Segundo Dia

O dia começou com o Keynote do Philippe Kruchten falando sobre Agilidade em contexto. Bastante interessante o tema pois trata do velho dilema de “ser ou não ser ágil”. Tem gente que quer uma métrica (algo do tipo CMMi nível 2, 3 ou 5) para agilidade. Tipo, a empresa A é MAIS ÁGIL que a empresa B. Bullshit! Depois tivemos o decepcionante jogo do Brasil X Portugal. A transmissão estava em excelente qualidade nos telões do evento.

Após o almoço marcamos de apresentar um Open Space sobre o programa de imersão ágil que implementamos na Agence nos últimos 6 meses, que foi a palestra que submetemos e não fomos aprovados para o evento. Infelizmente não tivemos público :( , mas de qualquer forma ainda pretendo escrever um pouco mais detalhadamente sobre o assunto.

Conteúdo do nosso Open Space

Depois disso participei do Open Space com o Philippe Kruchten sobre Débito Técnico. O bate-papo foi muito produtivo gerando vários exemplos e casos reais bastante interessantes. Esse Open Space durou bastante sempre renovando o pessoal que participava o que enriqueceu ainda mais a discussão!

Open Space com Philippe Kruchten

Por fim tivemos o Keynote do Klaus Wuestefeld com o tema Beyond XP, um título bastante polêmico visto que o que pode estar além do Extremo!? Brincadeiras de lado, foi uma excelente palestra que está resumida de forma bastante objetiva no blog do Klaus. Na verdade ele fechou o evento com chave de ouro explicando que Agilidade não é seguir XP ou SCRUM ou qualquer outro método com um nome bacana. Agilidade é uma nova maneira de pensar, de agir e de fazer software de qualidade.

Na minha opinião, este foi o melhor evento que tive oportunidade de participar! É um evento que converge todas as tecnologias, linguagens, tipos de empresa e pessoas de uma forma muito democrática, sem nenhum tipo de fanatismo ou verdade absoluta. Para aqueles que perderam, tem bastante material na web sobre o assunto, inclusive um diretório de reviews compilado pelo pessoal da SEA.

Porto Alegre!

Sinceramente gostei muito de Porto Alegre! No Hostel que ficamos tinha várias pessoas de outros países com quem pude trocar várias experiências e “desenferrujar” meu inglês! Além disso demos um rolê pela cidade conhecendo Pubs, Churrascarias (CTG!) e Bares! Gostei muito da estadia e recomendo fortemente a cidade, mesmo com um frio de 10ºC quase todos os dias!

February 23rd, 2007

Hoje, enquanto lia o artigo de Luciano Costa no iMasters sobre profissionais de TI e sustentabilidade, me veio algumas antigas questões em mente sobre qual o papel que cada um de nós desempenhamos nas empresas que trabalhamos. Luciano diz:

“… um dos grandes desafios dos profissionais de Tecnologia da Informação é entender a estratégia e a natureza das organizações. Estudos realizados por instituições como o grupo IT Mídia desde 2002 indicam que a maioria dos CIOs prefere ter ao seu lado profissionais que sejam capazes de analisar o desempenho da empresa, avaliar riscos e participar do planejamento estratégico.”

Legal, então profissionais que analisam o desempenho da empresa, avaliam riscos e participam do planejamento são mais “bem cotados”. Porém, o que eu vejo é que muitas vezes a cultura da empresa vê com maus olhos esse tipo de pessoa. Já vi vários casos (e não somente em empresas de TI) de pessoas que são demitidas ou “encostadas” por questionarem atitudes, decisões ou métodos de seus “chefes”.

Este é o ponto onde eu queria chegar: Muitas empresas pecam por nomearem chefes no lugar de formarem líderes. Acredito que todos nós já tivemos (ou ainda temos) péssimos chefes. Assim como todos nós também temos líderes que admiramos.

Logo, devemos sempre refletir com muito carinho sobre qual papel estamos exercendo: o de chefe ou de líder. Agora temos aqueles que dizem: “Mas eu sou apenas um [estagiário, profissional junior, orelha seca, peão, auxiliar, etc.]… Não posso fazer nada…” Eu sempre acho que todos os chefes e líderes que encontramos já foram um dia um [estagiário, junior, orelha seca, ou qualquer coisa do tipo]. Então qual a diferença?

A diferença está na ATITUDE. Um líder é SEMPRE incomodado, preocupado, motivado, um verdadeiro team player. E quando falo de líder, não estou falando de quem dá as ordens, estou falando de quem tem ATITUDE de Líder. Liderança não depende de nível hierárquico, escolaridade, cultura ou salário.

E aí, você é um chefe ou um líder?

… eu quero ser um líder.

Transformando Suor em OuroPS: Este post também serve como indicação de um ótimo livro que terminei de ler essa semana, por indicação do Vítor Pamplona: Transformando Suor em Ouro, do Bernardinho. O livro relata todas as fases da carreira deste grande profissional e explica como se transforma suor em ouro. Este livro, ao contrário do que parece, fala muito sobre ego, vaidade, orgulho, e outras características muito comuns de nós, profissionais de TI. Explica o que é uma equipe, e como formar um time! Recomendo fortemente!

January 30th, 2007

Maurício Linhares escreveu um artigo intitulado “Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta!“. O artigo fala com muita propriedade sobre as brigas contratuais em projetos de Desenvolvimento de Software.

Concordando com o autor, já participei de projetos com grandes problemas contratuais pela velha e péssima prática de tentar fechar um escopo enorme em apenas um contrato. Eu vejo como um modelo ideal, a assinatura de vários contratos: um contrato para elicitação de requisitos e prototipação, outro para desenvolvimento, outro para implantação (quando conveniente), outro para testes (perfomance, usabilidade, portabilidade, etc), e por aí vai. Com isso, o risco de “pedir o dinheiro de volta” será muito menor.

January 30th, 2007

Hoje eu li um relato de experiência muito interessante intitulado “O problema dos CRUDs” de Vitor Fernandes. No artigo, o autor fala sobre uma experiência de re-engenharia de um sistema ERP em cobol para Java usando Swing, Hibernate, EJB 2 e tudo mais que tem direito. Com a boa intenção de melhorar a usabilidade, a interface Windows provê belíssimos recursos como Combo-boxes, tabelas, menus, imagens e tudo mais. Porém, os sistemas da era DOS por não ter tanta beleza acabavam exigindo do usuário uma maior destreza na sua operação, como decorar códigos, preencher campos na ordem, calcular manualmente valores, utilizar atalhos (F2 para pesquisar, por exemplo), entre outros. O resultado disso chama-se produtividade. Se nosso sistema não permite que o usuário “avançado” opere, o ROI (Retorno Sobre Investimento) da solução pode ser negativo, necessitando de muito mais horas para fazer o mesmo trabalho.

Recomendo a leitura do artigo para mais detalhes!

January 29th, 2007

Mais uma recomendação de livro: “Nosso iceberg está derretendo” de John Kotter e Holder Rathgeber. Este livro fala sobre mudança através de uma fábula sobre pingüins que vivem em um iceberg que está prestes a despedaçar-se em pedaços menores. O livro apresenta um método de Kotter que ele chama de “O processo da mudança bem-sucedida”. Este processo consiste em 8 passos para a mudança, vou transcrever na íntegra aqui, é bastante interessante:

Crie a estrutura

1. Demonstre a urgência. Ajude os outros a ver a necessidade de mudança e a importância de uma ação imediata.
2. Reúna a equipe orientadora. Certifique-se de que um grupo seguro orientará a mudança – um grupo com habilidades de análise e liderança, credibilidade, capacidade de comunicação e consistência da urgência.

Decida o que fazer

3. Desenvolva a visão da mudança e a estratégia. Esclareça como o futuro será diferente do passado e como é possível torná-lo realidade.

Faça acontecer

4. Comunique-se para ser entendido e apoiado. Faça com que o maior número possível de pessoas entenda e aceite a estratégia.
5. Divida as responsabilidades.
Remova o máximo possível de obstáculos, facilitando a ajuda de todos que querem tornar realidade a mudança.
6. Demonstre vitórias em curto prazo.
Divulgue os sucessos sempre que eles aconteçam, sejam grandes ou pequenos.
7. Não relaxe. Pressione cada vez mais após os primeiros sucessos. Inicie a mudança após mudança até que o objetivo se torne realidade

Solidifique a mudança

8. Crie uma nova cultura. Reforce os novos comportamentos e certifique-se de que serão bem-sucedidos até se tornarem suficientemente fortes para substituir as antigas tradições.

Lendo este livro percebi que a proposta de Kotter é bem parecida com abordagens para Melhoria de Processo que tenho estudado, por exemplo:

  • PDCA [1]: Plan (Planejar), Do (Implementar), Check (Verificar), Act (Agir corretivamente);
  • IDEAL [2]: Início, Diagnóstico, Estabelecimento, Ação, Aprendizado;

Logo, abordagens para Melhoria de Processos exigem muitas mudanças, desde culturais, organizacionais e até mesmo de infra-estrutura sendo que o método de Kotter também pode trazer bons ensinamentos nesta área.

Recomendo a leitura do livro, tem fontes bem grandes e várias figuras. Eu li o livro todo em menos de uma hora. É bom para quem não gosta de ler.

Referências:

  • KOTTER, John; RATHGEBER, Holger. Nosso iceberg está derretendo. 1ª Edição, Best Seller: 2005, ISBN 857684172X
  • [1] DEMING, W. Edward. Out of the Crisis. Cambridge, MIT
    Center for Advanced Engineering Study: 1986, ISBN 0911379010.
  • [2] McFEELEY, Bob. IDEAL – A User’s Guide for Software process
    Improvement. Handbook CMU/SEI-96-HB-001: 1996, Disponível em http://www.sei.cmu.edu/publications/documents/96.reports/96.hb.001.html.
  • Resenhas no Submarino.com.br
  • Comentário sobre o livro no blog Anklan.Net
January 24th, 2007

Essa semana terminei de ler o livro “Você Está Louco!” de Ricardo Semler. Este livro é sensacional, afinal eu adoro tudo que toca na ferida e esse livro faz isso o tempo todo, sem distinção de cor, sexo, classe social ou seguimento de mercado.

Para quem não sabia (como eu por exemplo), Ricardo Semler é realmente um empresário de sucesso: eleito duas vezes Empresário do Ano do Brasil e uma vez da América Latina, eleito pela revista Time um dos 100 futuros líderes do mundo, escolhido como um dos Líderes Globais do Amanhã pelo Fórum Econômico de Davos, eleito pelo Financial Times um dos gurus mundiais de business, teve seu primeiro livro, “Virando a própria mesa” publicado em 31 idiomas em 134 países vendendo mais de 2 milhões de exemplares, best seller em 16 países, etc. etc. etc…

Enfim, não conhecia. Ganhei esse livro de presente dos meus ex-eternos-colegas de trabalho (Anderson Paulino, Gabriel Lescano e Anderson Vasconcelos) de presente de aniversário. O livro é realmente cativante, é um relato de vários (e bota vários nisso) projetos do autor nas mais diversas áreas.

Ele começa falando sobre um primo que tinha um capital e publicou um anúncio no The New York Times intitulado “Jovens com Capital Ilimitado” pedindo propostas de negócio. A idéia escolhida foi abrir um estúdio de música em Nova York e fazer uma festa de inauguração. Procurando o lugar, resolveram fazer uma festa maior e alugaram uma fazenda num lugarzinho chamado Woodstock. O resto nós já sabemos. A idéia era uma festinha com no máximo 50 mil pessoas, extrema arrogância para a época (o recorde de público era de 40 mil). Resultado: 250 mil pessoas apareceram! Nos relatos do livro, tudo aconteceu mais ou menos assim.

Alguns exemplos do modelo de gestão da Semco:

  • Liberdade para escolha do horário e do local de trabalho (inclusive em casa)
  • Os subordinados que escolhem seus “chefes”
  • As decisões são tomadas por todos (todos mesmo)
  • Participação de 20% dos lucros
  • Todos podem usar a roupa que acharem melhor

Vale a pena acessar o site da Semco (grupo empresarial em questão) para conhecer o que eles prezam como valores e justifica o título do livro. Além disso, Ricardo Semler fala de educação (muito interessante), do livro Virando a Própria Mesa, de um instituto para descobrir o DNA do Brasil, do projeto Primeiro Mundo do Brasil, compra de empresas, política, idéias inovadoras, explica como uma empresa pode manter crescimento 40% ao ano mais de uma década e muito mais. Só lendo!

Referências:

November 5th, 2006

Esse fim de semana terminei de baixar e instalar a nova versão do Microsoft Office. Tenho lido alguns comentários de que as mudanças da versão não agradaram e tal… Eu achei realmente ótimo, como (quase) tudo que a Microsoft lança, temos de admitir.

O que eu achei mais legal é o recurso de citação no Microsoft Word, onde você organiza suas referências bibliográficas e organiza as citações. Eu estou escrevendo um artigo para a pós-graduação e realmente isso ajuda bastante. Não tive tempo de experimentar as outras ferramentas (excel, access, outook e power point).

A Microsoft até alguns dias atrás estava liberando o download da versão pelo seu site, porém devido ao grande sucesso, eles acabaram liberando uma versão “on line”. É legal, mas é necessário uma conexão muito boa para usufruir de alguma coisa, o que não é o caso da minha conexão caseira de 300 Kbps (vamos resolver isso…).

O link para acesso é: http://www.microsoft.com/office/preview/beta/getthebeta.mspx

Bom proveito!

October 31st, 2006

Semana passada foi lançada a versão 2.1.3 do framework ZK. Por várias vezes, este projeto foi considerado o melhor na categoria AJAX no sourceforge e seu lema é: AJAX, mas não JavaScript. O que esse framework é capaz de fazer é difícil dizer, acesse o Live Demo e veja com seus próprios olhos.

Aparentemente o framework é muito legal, porém ainda não tive a oportunidade de desenvolver algo de verdade utilizando. Foi o Sr. Anderson Paulino que me indicou o framework, ele está fazendo alguns exemplos e disse que é bem simples e prático. Provavelmente logo farei o mesmo.

Por enquanto deixo os links:

October 24th, 2006

Recentemente a Mozilla Foundation lançou a versão 2.0 do mais popular browser “não Microsoft”, o Firefox. Eu mesmo já utilizo o Firefox a alguns anos e estive sempre satisfeito, pois existe a possibilidade da instalação de extensões para estender funcionalidades.

A versão 2.0 agregou várias funcionalidades, antes disponíveis através do uso de extensões. Entre elas, gosto de destacar a Restauração da sessão, que é um recurso que já existe há bastante tempo no Opera e Botão “x” nas tabs, que na versão anterior era muito chato ter que clicar no botão no final das tags. Além disso, o layout foi revisto ficando mais agradável.

Mas o mais legal dessa versão é o recurso de correção ortográfica, com direito a dicionário em vários idiomas (inclusive “brasileiro”). O Firefox sublinha de vermelho seus erros de ortografia em campos textarea, input e até mesmo em iframes.

Acesse: